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Área de Atuação

AÇÚCAR & ÁLCOOL

Um revestimento anticorrosivo é um sistema complexo que, quando elaborado e executado corretamente possui alto desempenho e protege os equipamentos industriais por muitos anos.

Entretanto, dada a sua complexidade e grande variedade de produtos existentes, é recomendado que o especificador considere todas as informações disponíveis e estabeleça quais se aplicam ao projeto ou equipamento a ser protegido.

Quando escolher uma especificação para um projeto novo ou de manutenção, é importante obter o sistema de revestimento mais apropriado e para conseguir todos os parâmetros relevantes deverá levar em consideração, por exemplo:

- a durabilidade requerida;
- stress especiais e condições ambientais;
- a preparação das superfícies;
- os diferentes tipos genéricos das tintas;
- os números e tipos de camadas (camada(s) de primer, camada(s) de intermediário e camada(s) de acabamento);
- local de aplicação;
- os requisitos do sistema de andaimes;
- considerar os requisitos futuros de manutenção (se houver algum);
- os requisitos de saúde e segurança;
- os requisitos de proteção ambiental;
- e muitas outras informações.

A escolha do sistema de revestimento deverá ser baseada na experiência prática e/ou nos
resultados de testes de desempenho em laboratório, particularmente quando uma nova tecnologia está envolvida.

A meta é fornecer produtos para situações específicas, oferecendo sistemas de revestimentos com o melhor custo benefício e com qualidade assegurada.

O Departamento Técnico da EME Fibras, está à disposição para elaborar especificações de alto desempenho e com o custo mais econômico.

O MEIO AMBIENTE ATMOSFÉRICO
A grande maioria das usinas de açúcar e destilarias de álcool do Brasil encontra-se em zona rural, o que induz à idéia de corrosividade atmosférica muito fraca, isto não é verdadeiro, porque a cana-de-açúcar não se desenvolve em regiões áridas de baixo índice anual de chuvas, onde realmente as taxas de corrosão são muito pequenas. A umidade é fundamental para a produtividade de cana-de-açúcar. Dessa forma, seu cultivo localiza-se em regiões com período chuvoso e quente de cerca de seis meses por ano, que proporciona à cana-de-açúcar boas condições para um rápido desenvolvimento.

Estabelecido o processo de corrosão, a perda de massa ocorre em maior proporção no período chuvoso. É engano julgar que com o passar do tempo a camada de corrosão inicial interromperá o seu processo corrosivo. Na realidade, formam-se pequenas áreas de concentração de corrosão, as quais progridem inexoravelmente, cavando continuamente o aço até o aparecimento de furos nas estruturas, chaparias ou tubulações, obrigando muitas vezes a  paradas de emergência para substituições, fato comum em tubulações equipamentos de produção e tanques de armazenagem.

O MEIO AMBIENTE INDUSTRIAL
O estudo do meio ambiente das indústrias de açúcar e álcool revela que seus equipamentos devem ser dimensionados para resistir à corrosão por substâncias de caráter nitidamente ácido, ou seja, o caldo de cana, o melaço, o mosto, o vinhoto, e o próprio álcool.

CONDIÇÕES DE AGRESSIVIDADES

CONDIÇÃO 1: RESPINGOS
Equipamentos sujeitos a respingos constantes, transbordamento ocasional ou, por qualquer outra forma, eventualmente molhados por materiais em processamento.
Meio ambiente: Equipamento sob exposição atmosférica, frequente ou eventualmente molhados por materiais em processamento.

CONDIÇÃO 2: ENTERRADA
USUALMENTE ADUTORAS E TUBULAÇÕES.

Meio ambiente: A corrosividade do solo é determinada medindo-se sua resistividade.
Baixa resitividade denuncia um solo extremamente corrosivo; acima de 10000 ohms cm indicam solo praticamente não corrosivo.

CONDIÇÃO 3: IMERSÃO PERMANENTE

Água bruta: Matéria em suspensão
Água tratada: Levemente alcalino, presença de cloro
Água de alimentação de caldeiras: Presença de inibidores
Água desmineralizada: Ausência de sais minerais
Álcool anidro : Acidez até 3mg/100ml
Álcool hidratado: Acidez até 3mg/100ml presença de água, aldeídos e ésteres.
Álcool refinado: Acidez de 1,5mg/100ml
Calação: pH 5.1 a 5.2
Caldo de moendas: pH 4.8 a 5.5
Caldo do clarificador: pH 6.8 a 7.2
Caldo clarificado: pH 6.6 a 6.8
Leite de cal: fortemente alcalino
Melaço quente (50ºC): Levemente ácido pH
Mosto: pH 4.5 a 5.0
Sulfitação: pH 3.4 a 4.2
Vinho: pH 5.0
Vinhoto: Salino e ácido (pH 3.0 a 5.0)

CONDIÇÃO 4: TRANSPORTADOR

EQUIPAMENTOS TRANSPORTADORES
Exposição atmosférica. Sofrem contato com os materiais transportados. (Cana e Bagaço), podendo sofrer abrasão e acúmulo do material transportado sobre o equipamento aliado a umidade.

CONDIÇÃO 5: EXPOSIÇÃO À AÇÃO DE GASES

Presença no ambiente do gás sulfuroso SO2. Este gás é proveniente da queima de óleo diesel assim como de determinadas fases de processos. A característica deste gás é absorver umidade e transformar-se em ácido sulfuroso instável. 

Revestimentos e Sistemas Anticorrosivos recomendados para o segmento de Açúcar & Álcool:

>>  Laminado com Fibra de Vidro.

>>  Pintura industrial de alta performance.

>> Pintura industrial.


ALGUNS DOS SERVIÇOS DE REVESTIMENTOS PARA ESTE SEGMENTO:

  • Filtro de água para torre de resfriamento de fabricação de açúcar;
  • Tanque de mosto de melaço;
  • Tanque de húmus;
  • Caixas de melaço;
  • Caixas de inspeção e canaletas para melaço;
  • Rampa de descarga de caminhões;
  • Fundos de tanques de álcool com vazamentos;
  • Coluna descoloradora de calda de açúcar;
  • Tanque de salmoura;
  • Dornas e cubas de fermentação;
  • Tanque pré-fermentador;
  • Tubulação de água de resfriamento;
  • Dique de contenção e canaleta de tanque de H2SO4;
  • Dique de contenção do tanque de ácido Fosfórico da área de levedura;
  • Balões de caldo dos filtros.


OUTROS EQUIPAMENTOS QUE PODERÃO SER PROTEGIDOS COM REVESTIMENTOS ANTICORROSIVOS:

Lavadores de gases / Tanques pulmão de vinho / Tubulação de água de lavagem de cana / Tubulação de vapor vegetal / Tubulação de água de resfriamento dos geradores termoelétricos / Tubulação de água de resfriamento para colunas dos multijatos / Tubulações de refrigeração de águas / Caixa de caldo sulfitado / Caixa de água de embebição de moendas / Dornas volantes / Dornas de fermentação / Dornas de autólise de levedura / Tanque de H3PO4 / Tanque de H2SO4 a 98% / Tanque de NaOH 50% / Diques de tanques de contenção de H2SO4 e NaOH / Tanques de água doce / Silos de açúcar cristal seco / Tubulação de captação de água de represa / Tubulação de bagacilho dos balões / Caixa de vinhaça / Cubas pré-frementadoras / Tubulação de caldo de cana / Curva de entrada Multijato Dedini 4000 / Curva de entrada evaporador Dedini 4200 / Condensadores e balões barométricos / Separadores de arraste / Coluna barométrica para cozedor 750 HI / Cozedor 750 HI / Equipamento TCR 300 HI / Tubulação de água da RDL / Fundo do decantador de caldo / Caixa de caldo de calagem / Caixa de água bruta / Gamelão do filtro 14 x 40 / Caixa de misturador de lodo / Balões de vácuo / Balões de caldo misto / Canaleta perimetral de decantador de água de lavagem de cana / Revestimento sanitário para contato com alimentos / Reator anaeróbio e tanques de Estação de Tratamento de Águas Residuárias / Canaletas da área de água desmineralizada / Tanque de xarope de caldo flotado / Tanque de mel / Tanque de cachaça / Caixas e tubulações dos multi-jatos / Teto e costado de difusor / Tanques dorna / Cristalizador de massa / Cuba de tratamento de fermento / Tanque de caleagem / Tanque pulmão de caldo misto / Caixa de dosagem da fabricação de açúcar / Tanque de caldo caleado / Caixa d’água da torre da destilaria / Caixa de fundo de dorna.

ALIMENTOS, BEBIDAS, FRIGORÍFICOS, LATICÍNIOS E DERIVADOS

Nos últimos anos, com a retomada do crescimento econômico brasileiro, um dos segmentos que mais tem se destacado e contribuído nesta recuperação, é o segmento da indústria de Alimentos e de Bebidas.

Com investimentos estimados em R$ 42 bilhões em 2013, é um dos segmentos que mais cresceram nos últimos anos, ao redor de 25% ao ano.

Os investimentos no Segmento de Alimentos e Bebidas, seguem duas estratégias básicas distintas: uma voltada para a eficiência produtiva (redução de custos e aumento de produtividade) e a outra, voltada para a expansão do faturamento e da rentabilidade.

Com aumento expressivo da consciência dos consumidores na qualidade dos alimentos que consomem, é direta a relação com a preservação e a manutenção das máquinas e dos equipamentos de produção.

Neste segmento, é indispensável à preocupação em proteger os equipamentos do processo contra a corrosão, como também é indispensável que a proteção anticorrosiva não interfira na qualidade dos produtos. Devem atender as exigências legais e dos órgãos nacionais e internacionais para utilização em contato com os alimentos, sem que ocorram contaminações indesejadas.

São várias as áreas da indústria de produção de alimentos e de bebidas, que utilizam revestimentos anticorrosivos, que necessitam principalmente destas duas exigências fundamentais: proteção e capacidade de estarem em contato com os alimentos e bebidas. Além destas áreas principais, as instalações secundárias da indústria, como as de tratamento e processamento d’água, dos efluentes e das estruturas,  também exigem e requerem revestimentos anticorrosivos.

Os principais equipamentos e instalaça;ões que necessitam de revestimentos protetivos para a produção de alimentos e de bebidas:

- Reatores  e Tanques de processo;
- Tanques e diques de contenção de armazenamento de produtos químicos;
- Tanques de estocagem de produto acabado;
- Pisos, canaletas, caixas de passagem e de inspeção, sempre sujeitos à lavagem constante com produtos químicos de limpeza;
- Câmaras frigoríficas;
- Cozinhas industriais e de preparo de alimentos;
- Salas e câmaras de processo industrial de alimentos.

Dentre os principais Sistemas de Revestimentos utilizados para este tipo de indústria, destacam-se:

>> Revestimentos FIBERGLASS:que utilizam resinas aprovadas e homologadas pelos principais Institutos nacionais e internacionais para o emprego em contato com alimentos e bebidas.

>> Revestimentos CERÂMICAS ANTIÁCIDAS:recomendados para situações de agressão mecânicas e químicas severas, assentadas e rejuntadas com argamassas poliméricas.

>> Revestimentos ESPECIAIS: revestimentos compostos por sistema misto: impermeabilização com Fiberglass + cerâmicas ou tijolos anticorrosivos, recomendados para situações de elevadíssima exigência química e mecânica.

>> Pinturas: pinturas especiais, à base principalmente de resinas epóxi especiais, com aplicações diversas  para estruturas e equipamentos metálicos.

>> Revestimentos Argamassados: revestimentos argamassados a base de uma série de resinas anticorrosivas, apropriadas para cada caso específico, que atendem a uma infinidade de necessidades deste mercado da indústria de alimentos e de bebidas.

Todos os sistemas de revestimentos anticorrosivos acima, não se restringindo apenas a estes, possuem relação custo / benefício que interessam a toda indústria. Apresentam redução de custos e aumento de produtividade dos equipamentos, pois são fabricados com resinas e tecnologia de ultima geração. Promovem uma vida útil prolongada, aumentando os prazos entre as paradas de manutenção e diminuindo o tempo de paralisação dos equipamentos e das instalações de produção, resultando consequentemente em aumento da rentabilidade.

CLORO & SODA

De acordo com documento apresentado pelo Departamento de Indústria Química da Área de Insumos Básicos do BNDES, além dos produtos derivados direta e/ou indiretamente do cloro e da soda, como os defensivos agrícolas, o alumínio, os remédios, os produtos de higiene, os tubos de PVC, as tintas, os tecidos e papel e celulose, vale lembrar sua importante aplicação no tratamento de potabilidade da água para o uso humano.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Álcalis, Cloro e Derivados (Abiclor), 72% da produção brasileira do setor de soda-cloro empregou a tecnologia de diafragma, 23% a de mercúrio e 5% a de membrana. Essa distribuição percentual é em função dos elevados custos inerentes à substituição da tecnologia que utiliza o mercúrio, e também das exigências ambientais legais em cada região pelo governo local.

Devido as características das tecnologias dos processos de produção, bem como das características físico químicas do Cloro e da Soda, que são eminentemente reagentes e oxidantes, a indústria necessita e emprega tecnologias para a proteção anticorrosiva de seus equipamentos.

O Plástico Reforçado com Fibra de Vidro - PRFV, é o material de engenharia com maior e melhor relação de custo benefício empregado neste tipo de indústria, seja empregado na construção de equipamentos totalmente construídos em PRFV, seja em revestimentos anticorrosivos em Fiberglass para proteção de equipamentos em aço carbono, e também em estruturas e equipamentos e instalações em concreto armado.

Sendo assim, a indústria de produção de Cloro e de Soda Cáustica, utiliza e emprega equipamentos como tanques, tubulações, reatores e as próprias tampas das células de produção eletrolítica, em material totalmente em PRFV, e complementa a utilização com a proteção anticorrosiva de pisos, diques de contenção de tanques de armazenamento, tanques de armazenamento de produtos químicos, canaletas, bases de bombas de transferência de produtos químicos, bases de equipamentos, todos construídos em concreto.

É na indústria de Cloro e Soda, onde se emprega em maior e mais relevantes tipos de situações, o PRFV, e também por isso é considerada a indústria precursora da utilização do PRFV no ramo industrial.

Para cada caso, os equipamentos construídos em PRFV, são fabricados seguindo as mais exigentes normas técnicas, visando a obtenção de vida útil prolongada, mesmo atendendo a situações de elevada necessidade de resistência mecânica e química a que estão submetidos neste tipo de indústria.

Revestimentos e Sistemas Anticorrosivos recomendados para o segmento de Cloro & Soda:

>> Laminados com Fibra de Vidro.

>> Sistema duplo de proteção composto de laminado de Fibra de Vidro e Cerâmica Antiácida.

>> Piso anticorrosivo reforçado com Fibra de Vidro.

>> Pintura industrial de alta performance.

CONSTRUÇÃO CIVIL

Entende-se pelo Segmento de Construção Civil, todas as empresas de construção civil propriamente ditas, que constroem ou prestam manutenção em equipamentos de concreto, estruturas de concreto, colunas de concreto, vigas de concreto, pórticos, represas, usinas hidrelétricas, usinas atômicas de fornecimento de energia elétrica, túneis, pisos, lajes de cobertura, poços de reação de produtos químicos, bases de bombas de recalque de produtos químicos, base de estruturas de prédios, bases de tanques, canaletas, tanques de concreto, diques de contenção de tanques de armazenagem de produtos químicos, muretas, sumps, caixas d’água enterrada ou elevada, reservatórios em concreto, pisos de carregamento e de descarregamento de produtos químicos sujeitos a transito pesado de caminhões, salas de lavagem de equipamentos com produtos químicos, galpões simples residenciais, galpões industriais, usinas diversas, cozinhas, refeitórios, prédios, residências, estações de tratamento d’água, estações de tratamento de esgoto, estações de tratamento e de produção de produtos químicos, pontes, viadutos, redes de esgotamento sanitários, escolas, cais de portos, aeroportos, ancoradouros, atracadouros, bases “on shore” de produção de petróleo, píer, tubulações diversas, caixas de passagem subterrâneas de produtos químicos, filtros, bueiros e etc.

Por mais que se pense em construção civil, sempre haverá um item que não foi relacionado, mas todos eles tem em comum o concreto, concreto simples, armado ou protendido, e na maioria dos casos, necessitam de impermeabilização e de proteção anticorrosiva.

O concreto que se considera aqui, é um concreto de grande resistência mecânica, que utiliza as armaduras de aço, na sua composição, conferindo às estruturas, as exigidas resistências necessárias para estas aplicações.

Levando em conta que se trata de material higroscópio, e estando em contato com a presença de produtos químicos de qualquer natureza, requer tratamento superficial, protegendo-o contra a sua exposição e a ação corrosiva a estes agentes.

Além da necessidade de proteção química, é necessários não esquecer das exigências mecânicas que os concretos são submetidos, tais como abrasão, choques mecânicos, arraste, abrasividade e etc.

Para cada caso, para cada tipo de possibilidade, para cada nível de exigência química ou mecânica, existe um tipo de revestimento adequado, a proteger a estrutura de concreto, contra a ação corrosiva e de impermeabilidade.

Para cada caso, podemos contar com os Revestimentos Anticorrosivos especiais, a base de resinas anticorrosivas especiais, reforçadas com fibras de vidro, reforçadas com cargas cerâmicas ou outras cargas especiais, sendo os principais:

>>  Revestimentos FIBERGLASS: revestimentos compostos de diversas resinas, reforçados com fibras e com escamas de vidro;
>>  Revestimentos FLAKEGLASS: revestimentos compostos de diversos tipos de resinas orgânicas, reforçadas com escamas de vidro;
>>  Pinturas Especiais: revestimentos compostos de diversos tipo de resinas orgânicas, com cargas e aditivos especiais;
>>  Revestimentos com Concreto Polimérico: revestimentos compostos de diversos tipos de resinas orgânicas ou inorgânicas, reforçadas com cargas e aditivos especiais;
>>  Revestimentos Antiácidos com Cerâmicas: revestimentos de cerâmicas antiácidas – até 17 mm de espessura, assentadas e rejuntadas com argamassas poliméricas compostas de resinas antiácidas especiais;
>>  Revestimentos Antiácidos com Tijolos: revestimentos de tijolos antiácidos – de 17 até 63 mm de espessura, assentados e rejuntados com argamassas poliméricas compostas de resinas antiácidas especiais;
>>  Revestimentos Anticorrosivos especiais: revestimentos mistos, compostos de revestimentos de fibra de vidro – FIBERGLASS, e de revestimentos antiácidos de cerâmicas ou de tijolos antiácidos, assentados e rejuntados com argamassas poliméricas compostas de resinas antiácidas especiais;
>>  Montagem e Desmontagem de Equipamentos em PRFV: manutenção e/ou montagem e desmontagem de equipamentos diversos, fabricados totalmente em PRFV – Plástico Reforçado com Fibras de Vidro, utilizando mão de obra especializada e materiais compósitos, tais como resinas especiais e fibras de vidro;
>>  Revestimentos Anticorrosivos Primer: revestimentos compostos de resinas orgânicas especiais, reforçadas com fibras e com cargas minerais especiais, para aplicação em pisos sujeitos à elevada corrosão e elevados níveis de exigências mecânicas;
>>  Revestimentos Anticorrosivos Argamassados: revestimentos compostos de resinas orgânicas ou inorgânicas especiais, reforçadas com cargas minerais e aditivos especiais, para aplicações diversas, seja como material para assentamento e rejuntamento de cerâmicas ou de tijolos antiácidos, como também como revestimentos argamassados anticorrosivos especiais para pisos, diques , bases de equipamentos, entre outras possibilidades;

ENGENHARIA

O segmento de Engenharia é definido por nós, como sendo o grupo de empresas, cuja especialidade está relacionada à elaboração da concepção, até a construção final da obra, passando por etapas como projetos básicos e preliminares, estudo de viabilidade econômico financeira, detalhamento de construção, projeto arquitetônico e de construção civil e/ou mecânica e planos construtivos.

Estas empresas de engenharia são de fundamental importância para a indústria de maneira geral, pois são que definem e sugerem aos seus clientes finais, as recomendações e especificações técnicas dos melhores sistemas de revestimentos anticorrosivos a serem empregados ainda por ocasião da definição dos projetos, dos equipamentos a serem construídos ou montados, visando se obter o sucesso do empreendimento.

É neste ambiente que a EME Fibras atua, auxiliando na elaboração e na definição de especificações técnicas dos sistemas de revestimentos anticorrosivos adequados ao nível de exigência dos projetos, buscando custo benefício adequado a cada caso, comprometidos com o que há de mais moderno e avançado, visando a utilização de materiais e serviços com respeito total à saúde ocupacional, à segurança e respeito ao meio ambiente.

Utilizando-se de sistemas de revestimentos anticorrosivos, capazes de suportar situações adversas de solicitações químicas, elevadas temperaturas e de agressões mecânicas, com produtos que preservam a saúde do aplicador, com elevados níveis de produtividade e desempenhos assegurados e com equipes de profissionais com grande experiência em aplicações diversas, nos mais distintos segmentos de mercado, atuamos decisivamente no auxílio as empresas de engenharia, desde o planejamento e a constituição das especificações técnicas, participando ativamente na concepção dos projetos de construção.

Contamos com uma equipe de engenheiros e de técnicos, com larga experiência neste mercado, e estamos à disposição para colaborar com sua empresa, para que se empregue o que existe de melhor na proteção contra a corrosão na sua obra.

FERTILIZANTES

Fertilizantes ou adubos sintéticos são compostos químicos que visam suprir deficiências do solo. As matérias-primas para produção de fertilizantes são alguns minerais que reagem com os principais ácidos como o clorídrico fosfórico, sulfúrico e nítrico, que também são produzidos nas próprias plantas.

Segundo a ANDA – Associação Nacional para Difusão de Adubos, a indústria de fertilizantes pertence ao setor petroquímico, embora tenha vínculos com o setor de mineração. Os produtos finais da indústria de fertilizantes resultam da mistura de produtos oriundos da rota nitrogenada (N), da rota fosfatada (P) e da rota potássica (K). Os produtos da cadeia nitrogenada têm origem, fundamentalmente, na produção de amônia a partir do petróleo. Os produtos da cadeia fosfatada, por sua vez, são processados a partir da rocha fosfática e de acordo com a ANDA, no Brasil não há indústria de fertilizantes da rota potássica.

A EME Fibras possui diversos sistemas de revestimentos anticorrosivos adequados para cada necessidade do setor de fertilizantes, levando em consideração todos os agentes agressivos envolvidos em sua cadeia produtiva.

LOCAIS DE APLICAÇÃO:

- Tanques de fusão de enxofre;
- Torres de conversão catalítica de SO2;
- Torres de óleum;
- Torres de absorção;
- Chaminés;
- Tanques de circulação ácida.

GALVANOPLASTIA

A galvanização é todo o processo de galvanoplastia em que metais são revestidos por outros metais mais nobres, geralmente para proteger contra a corrosão ou para fins estéticos e decorativos.

Os processos de galvanoplastia são feitos através da eletrólise, que é um processo que separa os elementos químicos de um composto (metais) através da eletricidade, onde obrigatoriamente se utilizam ambientes químicos altamente corrosivos.

Na maioria dos processos de galvanização, utilizam-se cubas, tanques e outros tipos de equipamentos, construídos em concreto armado, aço carbono e outras ligas metálicas. Para a proteção destes equipamentos contra a ação química e a ação eletroquímica, os revestimentos anticorrosivos aplicados pela EME Fibras são utilizados nas estruturas de apoio e de sustentação e seus anexos.

Dentre todos os sistemas de revestimentos anticorrosivos mais empregados, destaca-se para estes casos, o FIBERGLASS, que também é aplicado internamente nos equipamentos de armazenamento das soluções eletrolíticas, como nos pisos, canaletas entre outros locais próximos aos tanques de galvanização.

Possuindo excelente característica de isolamento elétrico, o FIBERGLASS promove nestes ambientes, grande aumento da vida útil, que invariavelmente são submetidos a processos eletroquímicos indesejados, que levam suas estruturas à corrosão acentuada.

Em algumas regiões das instalações, os revestimentos e pinturas especiais são recomendados e podem conferir excelente desempenho, prolongando a vida útil dos equipamentos.

LOCAIS DE APLICAÇÃO:

- Pisos, canaletas, caixas e tanques de processos:
- Desengraxante;
- Decapagem;
- Zincagem;
- Cromeação;
- Niquelação;
- Diques de contenção;
- Estação de tratamento de efluentes.

INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

Utilizando produtos químicos como matérias-primas na base de produção, a indústria farmacêutica necessita em muitos casos, proteger seus equipamentos contra a corrosão, como também é indispensável à proteção dos mesmos produtos, contra contaminações externas, seja diretamente ou indiretamente nos processos produtivos.

Assim sendo, este setor necessita de revestimentos anticorrosivos com a dupla finalidade, tanto na proteção dos equipamentos industriais, como na proteção essencial da composição química e física de suas matérias-primas, com a necessidade e a segurança que estes sistemas anticorrosivos as protejam contra as possibilidades de contaminações contra a formação de bactérias ou outros tipos de possibilidades de alteração molecular.

Evidentemente os produtos utilizados com esta finalidade, são passíveis de aprovação prévia dos órgãos reguladores e nesta indústria, onde se exige laudos preliminares que garantam a utilização destes sistemas de revestimentos, contra qualquer possibilidade de alterações em suas substâncias devido ao objetivo final a que se destinam, que são os medicamentos de uso geral.

Cada caso deve ser cuidadosamente estudado, onde o sistema de revestimento precisa ser especificado adequadamente, iniciando pelo processo de escolha da resina a ser aplicada, que deve ser capaz de suportar a ação corrosiva do produto químico, e concomitantemente que seja uma resina aprovada pelos institutos que regem a utilização de sistemas de revestimentos na indústria farmacêutica, tais como o FDA e o Instituto Adolph Lutz.

A EME Fibras possui sistemas de revestimentos que utilizam resinas que são previamente aprovadas para utilização, seja em produtos alimentícios como medicamentosos e que podem ser utilizados em qualquer situação em que o homem esteja em condições de acessar.

Em alguns casos específicos, existem sistemas de revestimentos com algumas resinas anticorrosivas especiais, que recomendam condicionantes adicionais, como aquecimentos de cura forçada dos revestimentos e lavagens prévias, independentemente do controle de qualidade durante a finalização das aplicações.

Os equipamentos que podem ser revestidos nesta indústria são os mais variados possíveis, mais os itens mais protegidos são reatores de armazenamento, tanque de armazenamento de produtos químicos, estruturas metálicas, pisos, diques de contenção, entre outros.

LOCAIS DE APLICAÇÃO:

- Pisos da produção e envase;
- Paredes;
- Canaletas;
- Salas climatizadas;
- Laboratórios.

AGENTES QUÍMICOS:

- Sais de preparação para fármacos;
- Hidróxidos anidridos.

INDÚSTRIA TÊXTIL

Utilizando matérias-primas diversificadas, principalmente os corantes e produtos químicos, atrelados à atenção especial e cuidados, a indústria têxtil necessita de uma atenção especial no que tange a proteção anticorrosiva de seus equipamentos.

A preocupação com a preservação do meio ambiente é uma constante no setor têxtil, fator que exige a utilização de estações de tratamento de água e de estações de tratamento de efluentes, a fim de processar a água como principal insumo básico e no devido destino aos resíduos gerados na produção industrial.

Assim sendo, o segmento têxtil, busca soluções adequadas para a proteção contra a corrosão, desde os equipamentos industriais, tais como tanques e reatores de processo e de armazenamento dos produtos químicos, como nas superfícies dos equipamentos que compõem toda sua rede de acesso d'água e dos efluentes industriais, como diques de contenção de tanques, estruturas, canaletas, pisos, sejam eles de concreto, aço carbono ou aços especiais.

Revestimentos e Sistemas Anticorrosivos recomendados para o segmento Têxtil:

>> FIBERGLASS - Laminado com Fibra de Vidro.

>> Piso anticorrosivo reforçado com Fibra de Vidro.

>> Rejuntamentos anticorrosivos.

>> Piso autonivelante.

>> Pintura industrial de alta performance.

METAIS NÃO FERROSOS

Os principais metais não ferrosos são o alumínio, o chumbo, o cobre, o estanho, o níquel, o zinco, o tungstênio, o cobalto, o titânio, entre outros. Todos são largamente empregados nos mais diversos setores da indústria de construção mundial, se destacando o da construção civil.

Um dos processos mais empregados na produção e refino dos metais não ferrosos, é o eletrolítico, que contempla a dissolução de um metal de valor impuro, em um eletrólito, por meio de reações eletroquímicas, seguida pela redução eletrolítica, exclusivamente do íon do metal que está sendo refinado.

As soluções eletrolíticas são extremamente corrosivas, com concentrações de ácido sulfúrico, pH ácido, e temperaturas razoavelmente elevadas, que requerem que suas estruturas das instalações e dos equipamentos sejam construídas com materiais resistentes e sejam protegidas contra a ação corrosiva. Construídas em concreto armado ou aço carbono, devem obrigatoriamente ser protegidas com um sistema de revestimento anticorrosivo "por barreira".

O Plástico Reforçado com Fibras de Vidro - PRFV, bem como os revestimentos FIBERGLASS, são os materiais mais empregados e de maior sucesso no combate à corrosão em instalações, tais como, tanques, células eletrolíticas, pórticos de estruturas das células, passarelas, canaletas, pisos, pisos de porões de recebimento de eletrólito sob as células, sumps, tanques, diques de contenção de diversos produtos químicos. Além disso, também são utilizados em estações de tratamento de água e estações de tratamento de efluentes, das indústrias produtoras e refinadoras de Cobre, Zinco e Níquel no Brasil.

Os revestimentos anticorrosivos especiais, tais como o FIBERGLASS, para uso em células eletrolíticas, pórticos e outros equipamentos e estruturas; o PRIMER, para revestimento de pisos, passarelas, diques de contenção e porões de recebimento de solução eletrolítica e de lavagem; o revestimento com Concreto Polimérico que se aplica desde a construção de cuba e/ou células eletrolíticas, canaletas e outras peças especiais utilizadas para isolamento termo elétricos, bases de bombas e bases de equipamentos, tem tido sucesso absoluto no combate à corrosão e no prolongamento da vida útil dos equipamentos em mais de 20 anos de operação.

Principais sistemas de revestimentos anticorrosivos recomendados para o segmento de Metais Não-Ferrosos:

>> Laminado com Fibra de Vidro.
>> Piso anticorrosivo reforçado com Fibra de Vidro.
>> Concreto polimérico
>> Rejuntamentos anticorrosivos.
>> Pintura anticorrosiva industrial de alta performace.

METALURGIA

Metalurgia é a ciência que estuda e gerencia produção de metais, desde a sua extração até a sua transformação em produtos adequados ao uso. A metalurgia engloba um conjunto de processos para a extração, fabricação, fundição e tratamento dos metais e suas ligas metálicas.

Dentre os principais metais estão o cobre, o bronze, que é uma liga de cobre com o estanho, o ferro, encontrado principalmente nos minérios hematita e pirita, entre outros. Com uma liga de ferro com carbono, obtém-se o aço, com infindáveis aplicações e usos.

Em todos os processos de transformação dos metais e suas ligas, utilizam-se soluções que são eminentemente corrosivas aos equipamentos, suas estruturas de apoio e instalações, que necessitam de proteção anticorrosiva capaz de suportar o elevado nível de corrosão.

São diversos os tipos de sistemas de revestimentos anticorrosivos especiais capazes de suportar o elevado nível de corrosão e ainda assim propiciar vida útil prolongada para estes casos, sendo os principais:

>> Laminado com Fibra de Vidro.

>> Piso anticorrosivo reforçado com Fibra de Vidro.

>> Rejuntamentos anticorrosivos.

>> Pintura industrial de alta performace.

MINERAÇÃO

Termo que abrange os processos, atividades e indústrias cujo objetivo é a extração de minerais a partir de jazidas, a mineração inclui ainda a exploração de petróleo, gás natural e água.

A capacidade desta atividade em fornecer à sociedade os materiais que necessita não é infinita. O processo de extração mineral consiste de uma série de processos, desde a separação física, até a obtenção de um concentrado, com elevado teor de minerais úteis.

Principalmente no processo de concentração, são empregados revestimentos anticorrosivos que suportam a elevadíssima corrosão química e mecânica do processo, e requer sistemas de revestimentos anticorrosivos, denominados de revestimentos "por barreira", capazes de suportar estas solicitações.

A EME Fibras, desenvolve projetos de sistemas de revestimentos anticorrosivos específicos para cada tipo de situação, onde são projetados considerando as condições adversas de trabalhos, como química, mecânica e térmica, além do tempo de vida útil desejado pelo cliente e a responsabilidade do equipamento no conjunto geral das instalações industriais.

Os sistemas de revestimentos anticorrosivos mais indicados para o segmento de Mineração, são:

>> Laminado com Fibra de Vidro.
>> Piso anticorrosivo reforçado com Fibra de Vidro.
>> Rejuntamentos anticorrosivos.
>> Pintura industrial de alta performace.

NAVAL & OFFSHORE

Pensar na construção de um navio e de uma plataforma marítima, nos remete à necessidade de proteção anticorrosiva, tintas anticorrosivas, sistemas especiais de revestimentos anticorrosivos, para uma infinidade de situações características de cada equipamento.

Tanto a indústria de construção naval brasileira, como a internacional, dispõe de um nível de excelência e de exigência de qualidade dos produtos que compõem os diversos sistemas de pintura anticorrosiva, através de qualificação e homologação e certificação, por órgãos nacionais e internacionais.

Em alguns equipamentos, como as plataformas de produção de petróleo e de gás, exige-se não apenas a aplicação de sistemas tradicionais de pintura anticorrosiva, mas também, a utilização de revestimentos anticorrosivos especiais, que são necessários em alguns equipamentos de extração, tratamento óleo/gás e de separação óleo/gás e água produzida. Sistemas estes que, apesar de não contarem com a homologação internacional, são consagrados e respeitados nestas situações de altíssima agressividade química, mecânica e térmica, pois são utilizados em equipamentos semelhantes Offshore a mais de 30 anos, com absoluto sucesso.

Os revestimentos anticorrosivos especiais adquiriram sucesso e consagração da indústria química e petroquímica brasileira nestes últimos 30 anos de utilização, pois foram sendo melhorados e aperfeiçoados, a partir das recomendações e necessidades técnicas da indústria do Petróleo e Gás.

Revestimentos Anticorrosivos recomendados para o segmento Naval & Offshore:

>>  Laminado com Fibra de Vidro.
>>  Pintura industrial de alta performance.
>>  Pintura anticorrosiva industrial.

PAPEL & CELULOSE

Com experiência na aplicação de sistemas de revestimentos anticorrosivos no segmento de Papel & Celulose, a EME Fibras conhece a fundo as necessidades deste setor.

Seus revestimentos anticorrosivos são aplicados em diversos tipos de equipamentos e estruturas, tais como torres de branqueamento, tanques e torres de estocagem, pisos, filtros de lavagem, canais de drenagem, tanques de efluentes, diques de contenção para estocagem de produtos químicos, montagem e reparos em tubulações, entre outros equipamentos.

Seja em novos empreendimentos quanto em paradas de manutenção, onde o curto prazo de execução dos serviços exige agilidade aliada à qualidade e a segurança, a EME Fibras proporciona um planejamento eficaz de trabalho, garantindo total eficácia na execução da obra.

Sistemas de revestimentos anticorrosivos recomendados para as indústrias de Papel & Celulose:

>>  Sistemas de revestimentos anticorrosivos monolíticos laminados de fibras de vidro ou fibras de carbono.

>>  Sistemas mistos de revestimentos anticorrosivos, compostos de uma camada impermeabilizante e anticorrosiva de Fiberglass, e uma camada adicional de cerâmicas ou de tijolos antiácidos, antitérmicos e antiabrasivos sobre ela.

>>  Sistemas de revestimentos anticorrosivos monolíticos constituídos da composição apropriada de argamassas poliméricas antiácidas de elevada resistência química e mecânica, reforçadas com tecidos de fibras de vidro.

>>  Sistemas de revestimentos de alto desempenho contendo flocos de vidro em sua formulação (maior impermeabilidade, maior resistência à abrasão, maior proteção anticorrosiva).

>>  Sistemas de pintura anticorrosiva especiais que resistem à temperaturas de operação que podem chegar até 150°C.

PETRÓLEO E GÁS

A indústria de produção de petróleo e gás, opera em situações e ambientes de extrema complexidade e nível de exigências dos materiais que compõem seus equipamentos. Os materiais devem garantir a operacionalidade das plantas em operação, com confiabilidade e segurança.

O setor de petróleo e gás, devido aos altos preços dos produtos envolvidos, ao nível de exigência de segurança à vida, ao patrimônio e ao combate aos riscos de degradação ambiental, torna este segmento como um dos principais em níveis de investimentos tecnológicos no mundo, nas ultimas décadas. Este segmento foi a responsável no Brasil, pela utilização de sistemas de revestimentos anticorrosivos especiais, em substituição aos sistemas de pinturas convencionais, na década de 70.

Na ocasião, os sistemas de pinturas tradicionais (tintas com solventes), deixavam de atender ao nível de exigências técnicas necessárias, como também deixavam a desejar quanto aos aspectos inovadores para a época, relacionados à preocupação à saúde ocupacional dos aplicadores e a preocupação com a conservação do meio ambiente.

Os princípios de controle da segurança, saúde e do meio ambiente, foram fundamentais para a consolidação e a especificação de sistemas inovadores de revestimentos anticorrosivos, que resultassem em aumento expressivo da vida útil do equipamento revestido (baixa manutenção e de paradas rotineiras para manutenção, com perda de produção), eliminando assim a possibilidade de vazamentos por derramamentos de produto.

Alguns sistemas de revestimentos anticorrosivos especiais, fundamentalmente o FIBERGLASS, ainda passou a ser utilizado como material de engenharia, em substituição à manutenção de caldeiraria, sem a necessidade de substituição de chapas e outras estruturas metálicas, com excelente ganho de tempo e de produção, consequentemente aumentando sobremaneira a vida útil dos equipamentos revestidos por este processo. Mais tarde, se concluiu que o sistema de revestimento FIBERGLASS atinge mais de 20 anos de proteção anticorrosiva.

Neste contexto, a indústria de exploração e de produção de petróleo e gás, passou a priorizar os sistemas de revestimentos que pudessem aliar todas estas questões simultaneamente, trazendo mais segurança e confiabilidade aos sistemas antigos de proteção anticorrosiva.

Desde então, a EME Fibras vem aplicando sistemas de revestimentos anticorrosivos que atendam as mais complexas necessidades técnicas, como também a segurança, à saúde e ao absoluto controle as agressões ao meio ambiente.

Tradicional empresa aplicadora de sistemas de revestimentos anticorrosivo especiais, a EME Fibras se destaca, mantendo uma equipe própria e experiente de aplicação, realizando sua especialidade nos sites dos clientes, valorizando seu aperfeiçoamento e as novas tecnologias, buscando eliminar a exposição aos riscos de seus colaboradores.

Com o que há de mais avançado de produtos e de sistemas técnicos de aplicação no mundo, a EME Fibras, está e sempre estará atenta para o desenvolvimento de novidades em revestimentos para o combate à corrosão, priorizando a saúde e a segurança do trabalhador e a preservação do meio ambiente.

QUÍMICA & PETROQUÍMICA

A indústria petroquímica constitui um dos mais importantes setores industriais no Brasil sendo muito diversa e complexa. É a fonte da maior parte dos artigos de consumo disponíveis no mundo moderno. A grande variedade de processos de fabricação, que podem ser contínuos ou descontínuos dispõe de uma grande quantidade de equipamentos com exposições a diversos tipos de ambientes químicos e de alta corrosividade.

Para evitar problemas de corrosão é necessário analisar cada um desses equipamentos para indentificar e especificar o tipo de revestimento adequado.

A seleção de um sistema de revestimento anticorrosivo para uma situação específica deve preferencialmente ser baseada na experiência de uso do sistema em casos similares. A razão é que a durabilidade de um sistema de revestimento depende de muitos fatores externos tais como o ambiente, o projeto da estrutura, a preparação de superfície, os procedimentos de aplicação e a cura.

Para se preparar uma especificação para um projeto novo ou de manutenção, é importante escolher o sistema de revestimento protetivo mais conveniente para cada caso específico. Para conseguir todos esses parâmetros relevantes, deverá levar em consideração, por exemplo:

- a durabilidade requerida;
- stress especiais e condições ambientais;
- a preparação das superfícies;
- os diferentes tipos genéricos das tintas;
- os números e tipos de camadas [camada(s) de primer, camada(s) de intermediário e camada(s) de acabamento];
- local de aplicação (oficina ou site);
- os requisitos do sistema de andaimes;
- considerar os requisitos futuros de manutenção (se houver algum);
- os requisitos de saúde e segurança;
- os requisitos de proteção ambiental.

Revestimentos e Sistemas Anticorrosivos recomendados para o segmento Químico & Petroquímico:

>> Laminado com Fibra de Vidro.
>> Pintura industrial de alta performance.
>> Pintura industrial.

SANEAMENTO BÁSICO

No segmento de saneamento básico existe basicamente três tipos de plantas de tratamento: Estações de Tratamento de Água (ETA), Estações de Tratamento de Esgotos (ETE) e Estação de Tratamento de Efluentes Industriais (ETEI).

Estação de Tratamento de Água é composta por um conjunto de procedimentos físicos e químicos que são aplicados na água para que esta fique em condições adequadas para o consumo, ou seja, para que a água se torne potável. A corrosão nesse processo é provocada por águas ácidas, com elevados teores de gases dissolvidos (Dióxido de Carbono – CO2, Oxigênio – O2) e sais neutros como os cloretos, sulfatos e nitratos. A incrustação tende a surgir em águas com alcalinidade elevada, sobretudo a altas temperaturas.

Estações de Tratamento de Esgoto são tratamentos de todos os resíduos líquidos provenientes de indústrias e domicílios e que necessitam de tratamento adequado para que sejam removidas as impurezas e assim possam ser devolvidos à natureza sem causar danos ambientais e à saúde humana.

Geralmente a própria natureza possui a capacidade de decompor a matéria orgânica presente nos rios, lagos e no mar. No entanto, no caso dos efluentes essa matéria é em grande quantidade exigindo um tratamento mais eficaz em uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) que, basicamente, reproduz a ação da natureza de maneira mais rápida.

O tratamento dos esgotos domésticos tem como objetivo, principalmente: remover o material sólido; reduzir a demanda bioquímica de oxigênio; exterminar microrganismos patogênicos; reduzir as substâncias químicas indesejáveis.

Estações de Tratamento de Efluentes Industriais, é importante destacar que o tratamento dos efluentes industriais pode variar muito dependendo do tipo de efluente tratado e da classificação do corpo de água que irá receber esse efluente. Quanto ao tipo, o esgoto industrial costuma ser mais difícil e caro de tratar devido à grande quantidade de produtos químicos presentes. Quanto à classificação, o efluente deve ser devolvido ao rio tão limpo ou mais limpo do que ele próprio, de forma que não altere suas características físicas, químicas e biológicas. Na maioria dos casos o próprio resíduo é corrosivo e pode causar danos em equipamento do processo de tratamento

Os problemas originados pela corrosão e formação de depósitos nas canalizações e equipamentos em geral, são a diminuição do seu tempo de vida, aumento dos custos de manutenção, diminuição da qualidade da água potável, perturbações na circulação de água e a perfuração das tubulações.

Os revestimentos anticorrosivos proporcionam proteção eficaz contra a corrosão provocada no processo de tratamento de efluentes domésticos e industriais.

Revestimentos e Sistemas Anticorrosivos recomendados para o segmento de Saneamento Básico:

>> Laminado com Fibra de Vidro.
>> Piso anticorrosivo reforçado com Fibra de Vidro.
>> Rejuntamentos anticorrosivos.
>> Pintura industrial de alta performace.

SIDERURGIA

Siderurgia é o ramo da metalurgia que se dedica à fabricação e tratamento de aços e ferros fundidos. O aço é produzido a partir da purificação do ferro gusa, sendo que este ferro gusa é constituído de minério de ferro, coque e cal. A fabricação do aço pode ser dividida em 4 etapas, sendo a preparação da carga, a redução, o refino e a laminação.

As instalações das siderúrgicas são enormes, e evidentemente necessitam de proteção anticorrosiva, que variam das pinturas convencionais em estruturas metálicas expostas por situações diversas de menor agressividade química, até sistemas especiais de revestimentos anticorrosivos "mistos", em instalações das etapas de refino e de laminação, onde suas estruturas estão expostas e sujeitas a altíssima agressão química e mecânica, 24 horas por dia, o ano todo.

Desde as estações de tratamento de água e estações de tratamento de efluentes, até seus galpões industriais, todos demandam de grandes áreas a serem protegidas contra a corrosão, requerendo sistemas de revestimentos anticorrosivos que confiram elevado tempo de vida útil a estas instalações, considerando cada tipo de exposição.

Neste foco, a EME Fibras, vem acumulando expertise neste segmento, garantindo excelente nível de custo x benefício para as siderúrgicas brasileiras. Exemplo disso são alguns revestimentos anticorrosivos especiais que garantem alta proteção e durabilidade contra a corrosão.


Os sistemas de revestimentos anticorrosivos mais empregados pelas siderúrgicas são:

>> Revestimentos em estruturas e equipamentos metálicos de modo geral, que estejam submetidos a agressividades de moderada a elevada;

>> Sistema de pintura especial, superior aos sistemas tradicionais, para aplicações diversas em estruturas e equipamentos metálicos de modo geral, que estejam submetidos a agressividades de moderada a média;

>> Revestimento de proteção anticorrosiva em estruturas de concreto, como pisos, canaletas, bases de bombas e de equipamentos, sujeitos a elevada agressividade química e mecânica;

>> Revestimentos monolíticos anticorrosivos , também para aplicações em estruturas de concreto, como pisos, canaletas, bases de bombas e de equipamentos, sujeitos a agressividade química mecânica moderada a baixa.

>> Argamassa e concreto polimérico de elevada resistência mecânica e química, utilizado em situações onde requeira utilização do equipamento com tempo curto de operação, excelente resistência mecânica à compressão e de elevadíssima resistência química à maioria das soluções ácidas e alcalinas. Fácil aplicação. Pode ser utilizado também como Groutes em diversas situações.

>> FIBERGLASS: é um dos Sistemas de Revestimentos Anticorrosivos mais empregados na indústria de uma maneira geral, principalmente pela diversidade de situações que pode ser empregado, considerando agressividades químicas e mecânicas elevadas, facilidade e rapidez de aplicação e retorno quase que imediato do equipamento revestido para a operação. É empregado como plástico de engenharia, se utilizado sistemas de cálculos avançados, para o emprego e a manutenção de equipamentos e de estruturas metálicas, em substituição dos trabalhos de caldeiraria (serviços a quente).

>> Equipamentos e estruturas em PRFV: são equipamentos, tubulações, acessórios fabricados e instalados utilizando o Plástico Reforçado com Fibras de Vidro, que podem ser construídos com a utilização das resinas e dos reforços de fibra de vidro adequados a cada situação de agressividade química, mecânica e térmica.

TRANSPORTE

O transporte de cargas e fluidos desempenha um papel fundamental em qualquer economia. O transporte viabiliza a movimentação de materiais para as plantas industriais e de produtos acabados para os consumidores.

Da grande variedade de produtos transportados, muitos provocam ação corrosiva nos substratos  metálicos usados nos meios de transporte. E para prolongar a vida útil e manter os equipamentos de transporte em conservação, a EME Fibras dispõem de uma vasta linha de produtos anticorrosivos para as mais diversas situações. 

Entre as principais modalidades de transportes de cargas podemos destacar:

O transporte rodoviário, como a própria definição descreve é a movimentação de materiais em estradas e rodovias e representa a maior parte do transporte terrestre.

O transporte ferroviário é uma parte fundamental da cadeia logística que facilita as trocas comerciais e o crescimento económico. É um meio de transporte com uma elevada capacidade de carga e energeticamente eficiente. Está particularmente focado ao transporte de cargas de baixo valor total, e em grandes volumes (geralmente commodities), considerando ainda grandes distâncias.

O transporte marítimo é o transporte aquático que utiliza como vias de passagem os mares abertos, ou cabotagem  para o deslocamento  de mercadorias. Podemos englobar todo o tipo de cargas e fluidos, onde devemos deslocar grandes volumes. Normalmente  designada  como carga geral, ela poderá  ser  transportada de diversas maneiras: em caixas, paletes, barris, contentores e até mesmo em embarcações  graneleiras ou “roll on roll out “.

O Transporte aéreo é o movimento de mercadorias pelo ar com a utilização de aviões. O transporte aéreo é usado preferencialmente para movimentar mercadorias urgentes ou de alto valor agregado, porém com volumes pequenos devido aos altos custos envolvidos.

Destaca-se entre os nossos revestimentos para o segmento de transportes o Laminado com Fibra de Vidro, Pintura de alta performance, revestimentos em estruturas e equipamentos metálicos de modo geral e revestimento monolítico interno dos caminhões tanques, vagões e tanques de lastro de navios que transportam produtos químicos, petróleo, alimentos, cereais e água, além do sistema revestimento especial para caçambas e vagões que transportam adubos, fertilizantes, insumos agrícolas, minérios e etc.

O transporte tubular abrange todas as partes constituintes de uma instalação física, através da qual os fluidos (petróleo e seus derivados) ou gases (gás natural, dióxido de carbono) são transportados, incluindo as tubagens e os equipamentos a elas anexados, tais como válvulas, etc. Fazem também parte desta instalação unidades de compressão, estações de bombagem, estações de dosagem, estações de regulação, estações de distribuição, etc. O transporte por tubos é considerado um dos tipos de transporte mais seguros e eficientes no que se refere à transporte de petróleo bruto e gás natural, desde os campos de produção até às refinarias e fábricas de transformação.

Nesse segmento, a EME Fibras atua não só nos revestimentos dos tubos. Também realiza montagens e soldas, além da elaboração de completos projetos para novas redes, garantindo sempre maior desempenho e durabilidade de seus produtos de aplicação e serviços.

Além dos revestimentos anticorrosivos acima citados, temos ainda uma luva de material compósito que é um reparo permanente para reabilitação de dutos e tubulações de baixa pressão.

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